

A Bulimia é uma doença que afecta milhões de pessoas por todo o mundo, muitas vezes cruzamo-nos com um búlico, quer seja na rua, no supermercado, cinema, etc, e nem damos conta ou sequer imaginamos que essa pessoa sofre dessa disfunção. Até mesmo dentro de uma Familia muitas vezes se escondem estes ditos "bulémicos" que passam muitas vezes despercebidos, pois só os identifica-mos se tivermos muito atentos aos sinais e sintomas, o que para muita gente é desconhecido, pois a bulimia no senso comum é muitas vezes confundida com a Anorexia.
Ora bem, a dita " BULIMIA " define-se e manifesta-se através de episódios de ingestão compulsivo de alimentos (extremamente calóricos, ou de grandes quantidades) seguidos de atitudes desadequadas de modo a compensar esse excesso de calorias (ex. provocar o vómito, uso desmazelado de laxantes e diuréticos). A população de risco são essencialmente os jovens com idades compreendidas entre os 15 e 20 anos ( é a idade da integração social, na qual os jovens dão uma excessiva importância ao aspecto fisico), no entanto é no sexo femenino que se manifesta maior número de casos.
<> As causas desta doença são principalmente:
.A angustia e o stress;
.Falta de auto-estima;
.Tentativa de neutralizar o sofrimento, causado pela solidão;
.Valorização do corpo magro como ideal de beleza;
<> Os comportamentos mais frequentes dos bulimicos são:
.A ingestão compulsiva de alimentos muito calóricos;
.A prática de grandes jejuns;
.O uso de diuréticos e laxantes;
.A indução do vómito;
.A prática exagerada de exercício físico.
<> Algumas das consequências mais graves desta doença são:
.Depressão;
.Fadiga;
.Irregularidade menstrual, no caso das mulheres;
.Arritmia Cardíaca;
.Problemas de esófago e de estômago;
.Fragilidade dos dentes e dos ossos (devido à indução do vómito).
TRATAMENTO: Tal como acontece na anorexia, é a psicoterapia que envolve tanto o paciente como a sua família e especialistas de diversas áreas (psicólogo, nutricionista, gastroentrologista).





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